terça-feira, 20 de maio de 2008

O erro do Ronaldo ?


Desde o acontecido venho me indagando silenciosamente o que levaria uma celebridade como Ronaldo a procurar se divertir de forma tão arriscada.. a reportagem da revista época me ajudou.. Leiam e tirem suas conclusões
Mendes tem 37 anos, cabeça raspada e brinco na orelha direita. Pelos modos e pela aparência, o rapaz branco de família evangélica não se distingue de outros milhões de jovens paulistanos, exceto por uma particularidade importante: ele namora um travesti, Flávia.
Os dois se conheceram há cinco anos no centro de São Paulo e, de lá para cá, constituem um casal. Na semana passada, sentado ao lado de Flávia na sala de um apartamento na Rua General Osório, Mendes explicava, em voz pausada, as bases da relação.
“Nosso relacionamento é hétero”, afirma.
Isso quer dizer que, no sexo, ele é a parte viril do casal, enquanto Flávia cumpre o papel de mulher. “Mas entre nós não existe só sexo. A gente tem amor e cuida um do outro.”
Com cabelos negros e corpo esguio, Flávia ganha a vida se prostituindo nas ruas. Ele trabalha nas ruas como vendedor. As palavras de Mendes revelam, sem explicar, um dos grandes mistérios da sexualidade moderna a sedução exercida pelos travestis desde de meados dos anos 70 quando despontaram nas esquinas das metrópoles brasileiras com saias minúsculas e seios exuberantes, essas criaturas híbridas conquistaram um espaço enorme no imaginário sexual do país.
Todos os dias, milhares de homens se esgueiram por avenidas sombrias para comprar o prazer oferecido por seus corpos alterados. O risco envolvido nesse tipo de operação ficou claro há duas semanas, quando Ronaldo Nazário, o jogador de futebol mais famoso do mundo, transformou-se no protagonista de um escândalo que tinha como coadjuvantes três travestis do Rio de Janeiro.
Ele foi com o grupo ao hotel Papillon e, durante a madrugada, desentendeu-se com um deles, Andréia Albertini. Acabaram todos na delegacia, de onde a história ganhou o mundo. A avalanche moral que desabou sobre Ronaldo a partir daí foi incapaz de responder à questão mais simples colocada pelo episódio: por que homens adultos e mesmo famosos arriscam segurança e reputação e vão atrás de travestis?
O antropólogo americano Don Kulick passou um ano vivendo com travestis em Salvador, sabe muito de seu cotidiano e mesmo de suas preferências íntimas. Mas não se arrisca a explicar quem são seus clientes. “Essa é uma grande incógnita. Embora acompanhasse os travestis todas as noites, não consegui distinguir um cliente típico”, diz.
O livro de Kulick, professor da Universidade Nova York, sairá em português no fim deste mês, pela editora Fiocruz, com o título Travestis: Prostituição, Sexo, Gênero e Cultura no Brasil. Kulick conseguiu uma descrição razoavelmente rigorosa do que os fregueses exigem dos travestis.
Durante um mês, pediu a cinco deles que registrassem o tipo de serviço prestado nas ruas. O resultado de 138 programas: em 52% dos casos os clientes queriam sodomizar, em 19% exigiam sexo oral, 18% queriam fazer aquilo que se costuma chamar de “troca-troca”, 9% pagaram para ser sodomizados e 2% para ser masturbados. “Não é insignificante que 27% dos homens nessa amostragem quisessem ser penetrados por travestis”, escreve s Kulick. “Mas esses homens não são maioria, como os travestis geralmente afirmam.”
A confiar apenas no que dizem os travestis, o porcentual de seus clientes que se portam como homossexual passivo é alto. “Nove em cada dez homens querem ser penetrados”, diz Flávia, a namorada de Mendes. “Se o travesti não for bem-dotado e ativo, não ganha a vida na rua.” Exagero? Talvez.
Assim como as prostitutas, os travestis têm uma relação antagônica com aqueles que pagam para usar seu corpo. Muitos não suportam exercer o papel viril que se exige deles na prostituição e o fazem com grande sofrimento, porque não encontram outra forma de ganhar a vida. Vingam-se dessa situação degradante com a mesma arma que a sociedade usa para humilhá-los: questionam a hombridade do freguês e o ridicularizam.
O psiquiatra Sérgio Almeida trabalha com travestis em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e sua experiência corrobora em alguma medida a versão de Flávia. Cabe a Almeida a tarefa difícil de distinguir entre os travestis – definidos como homens que gostam de agir e sentir como mulher – e os transexuais, que se sentem mulheres aprisionadas em corpo masculino. Para estes, recomenda-se a cirurgia de troca de sexo. Para os travestis, ela equivale a uma mutilação e pode levar ao suicídio. Almeida gasta dois anos com cada paciente até decidir em que categoria ele se encaixa. “Desde 1997, fizemos 95 cirurgias e não tivemos nenhum problema”, afirma. O pós-operatório mostrou ao psiquiatra que ex-travestis são freqüentemente abandonados por seus parceiros quando perdem a anatomia masculina. E que os operados que insistem em continuar na prostituição perdem também a carteira de clientes. Algo de crucial desapareceu na cirurgia. “Não é verdade que os homens procuram travestis porque estes se parecem mulheres”, diz ele. “Eles querem o algo mais que as mulheres não têm.”
Os próprios envolvidos têm opiniões diferentes. Um leitor anônimo de epoca.com.br enviou depoimento no qual afirma, basicamente, que os travestis são a melhor opção sexoeconômica. Diz ele: “Já saí com vários travestis. O que me atraiu foi justamente o desejo físico pelos bumbuns e seios avantajados. Ficar com uma travesti para mim é conseguir a baixo preço uma mulher de porte e formas que eu jamais conseguiria pagar ou namorar”. Márcia, travesti paulista, repele qualquer tentativa de analisar os homens com quem sai voluntariamente. “Para mim, homens que saem com travestis são heterossexuais de cabeça aberta, que topam qualquer coisa”, afirma.
Advogado, casado, pai de uma moça, diz que tem impulsos de vestir-se e agir como mulher desde criança, mas que isso nunca o impediu de ter relações normais com mulheres: “Quando saio com um homem, ele não importa. O que me interessa é reforçar minha identidade de mulher”.
O mistério em torno dos homens que procuram travestis é proporcional à ignorância que cerca os próprios travestis. Como grupo populacional, eles são escarçamente estudados: não se tem a menor idéia de quantos sejam, no mundo ou no Brasil. Os líderes das organizações de travestis estimam que haja 5 mil ou 6 mil deles no Rio de Janeiro e uma quantidade muito maior – fala-se em 30 mil – em São Paulo. Nenhuma ciência ampara essas estimativas. Sabe-se que há travestis de Porto Alegre a Manaus, inclusive em cidades pequenas. Tem-se a impressão, entre os que lidam com o assunto, que o Brasil é o líder mundial nessa categoria – e o principal exportador para os países europeus, sobretudo Itália e Espanha. “O Brasil tem a maior população mundial de travestis e o maior número de travestis per capita”, afirma Kulick.
Trata-se de uma opinião bem informada, mas é apenas opinião. Líderes de organizações de travestis como Keila Simpson, presidente da Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, querem que o censo inclua perguntas que permitam quantificar os diferentes grupos sexuais do país. “Como se pode dirigir políticas públicas a uma população de tamanho ignorado?”, diz.
A palavra-chave quando se trata de explicar a atração exercida pelos travestis parece ser ambigüidade. Eles são percebidos simultaneamente como homem e mulher, uma incongruência que mexe com as profundezas da psique humana. “O travesti mobiliza o desejo como mobiliza a repulsa”, afirma a psicanalista carioca Regina Navarro Lins.
Outra psicanalista, Maria Rita Kehl, vê duas razões no fascínio pelos travestis. A primeira é que, por ser uma mulher com pênis, ele captura os restos das fantasias sexuais infantis. A outra está no fato de os travestis encarnarem a feminilidade de uma forma absoluta, que nenhuma mulher contemporânea aceitaria. “Só um travesti saberia ser tão feminino quanto quer a fantasia de alguns homens”, diz Maria Rita. “Se alguém sabe o que é ‘ser mulher de verdade’ (uma ficção masculina), é justamente o travesti.” Os próprios travestis são taxativos ao afirmar que seus fregueses procuram neles a diferença: a mulher com falo, a fantasia, o risco. “Transgressão é essencial. O proibido atrai”, afirma Marjorie, travesti com 20 anos de experiência nas ruas, que hoje trabalha na Secretaria de Assistência Social da Prefeitura do Rio de Janeiro. “As coisas que se dizem sobre os homens que saem com travestis são lendas machistas.”
Paira sobre essa discussão uma palavra que os psicanalistas detestam: patologia. Sim, as pessoas têm o direito inalienável de manter relações sexuais com quem quiserem, desde que haja consentimento mútuo. Posto isso, cabe a pergunta: está bem de cabeça um homem casado (como parece ser a maior parte dos clientes dos travestis) que abre a porta de seu carro na porta do Jockey Club, em São Paulo, e paga R$ 40 por uma hora de sexo com um homem que parece ser mulher? Os especialistas não têm uma resposta unânime a isso.
Liberais dizem que, bolas, desejo é desejo, e não se pode explicar ou reprimir. Há que aceitar. “Entendo que os homens que só se realizam sexualmente com travestis possam estar mal resolvidos em sua orientação sexual”, diz Maria Rita Kehl. “Mas considerar que todos os que gostam de travestis são homossexuais acovardados é uma redução preconceituosa.” Na outra ponta, fala-se em sofrimento e confusão por trás dessa forma específica de prazer. “Para alguns homens é patológico”, afirma o psicanalista Oswaldo Rodrigues, do Instituto Paulista de Sexualidade. “Muitos fazem isso num impulso de autodestruição.”
Há os incapazes de lidar com seu próprio desejo por outros homens. Há os que buscam cumprir seu “papel social” no corpo feminilizado dos travestis. Há de tudo, e nem tudo é a festa do desejo que a modernidade implicitamente recomenda. Onde está o limite? Na dor. De acordo com o psiquiatra Ronaldo Pamplona da Costa, com mais de 30 anos de experiência terapêutica, muitos homens que saem com travestis o procuram em estado de sofrimento. Eis o que diz a respeito a psiquiatra Carmita Helena Abdo, que coordena o Projeto de Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo: “Se as pessoas fazem sexo responsável, não estão sofrendo e não me procuram, não quero normatizar a vida de ninguém”.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Antes tarde do que nunca!

Vejo com alegria o encerramento de uma das fases mais negras da historia humana.
O sanguinário Ditador Fidel Castro se foi.
De que adiantou tanta empáfia, tanta arrogância, tanta atrocidade cometida com seu povo?
Tudo em vão.. a nação cubana está arruinada.
Em nome de uma famigerada ideologia ao longo deste negros 49 anos, arruinou muitas famílias, ceifou muitas vidas, impôs ao seu povo uma filosofia burra e teimosa que ele próprio sabia ser falida, mas que sua soberba extremada não lhe deixou ver.
Badaladissímo por governantes, que em sua presença ficam abobalhados, tiram fotos, e ainda, o consideram " o único mito vivo", Fidel ao longo de sua ditadura massacrou seu povo, enganou-os com sonhos que nunca se realizaram.
Porém, uma coisa não podemos negar Fidel foi 0 único ser no planeta que enfrentou o todo poderoso império americano e saído ileso (e só).
O ditador agora tenta agora sair pela porta da frente, ocorre que a história em futuro próximo revelará que sua saída se deu pelas portas dos fundos, pois o rastro de sangue misturado com desesperança deixado atrás de si, não se apagará com facilidade .. a Belíssima Cuba de hoje é uma nação em ruínas.
A luz que se apresenta no fim do túnel ainda é fraca. Os analistas, porém, são unânimes em apontar que o futuro governo deverá levar em marcha lenta o processo de reformas. "Com Fidel vivo não teremos democracia nem abertura econômica em Cuba", avaliou José Azel, pesquisador do Instituto de Estudos Cubanos da Universidade de Miami.
Os problemas provocados pela ruína econômica devem continuar a ser os principais desafios do governo. Nos últimos meses, Raúl (o irmão do ditador) ajudou a impulsionar as expectativas de reforma, prometendo "mudanças estruturais". "Temos o dever de questionar o que fazemos para fazer melhor; para transformar concepções e métodos que eram apropriados em certo momento, mas foram superados", disse, já quase que admitindo o erro histórico que seu irmão cometeu.
As queixas dos cubanos vão desde os baixos salários – em torno de 15 dólares por mês – (dá para imaginar alguém vivendo com cerca de R$ 30,00 (trinta) reais por mês?) - até as restrições para viagens e abertura de negócios.
E até mesmo o sistema de saúde, que antes era um dos cartões de visitas da ilha, enfrenta problemas pois e há denúncias de sucateamento.
Cerca de um terço dos médicos, partiu para a Venezuela, num acordo que está entre as principais fontes de recursos do governo, mas prejudica o atendimento na ilha.
"Nos últimos meses, começaram a circular em Cuba rumores de que o governo pode permitir que os cubanos comprem casas ou eliminar a dupla moeda (peso cubano e peso convertido) que corrói o poder de compra da população", diz o economista cubano Carmelo Mesa Lago, professor da Universidade de Pittsburgh (EUA).
O cubano Samuel Faber, professor aposentado da Universidade da Cidade de Nova York, lembra que o governo mantém o monopólio de comunicação. Isso impede a articulação de grupos insatisfeitos. “Mas o fato é que há uma inquietude na ilha", disse o professor.

Nosso desejo é que Fidel se vá. . e não olhes para traz.

Viva a liberdade !!!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

A comédia foi apenas mais uma vitima da violência.

O filme brasileiro “Tropa de Elite”, de José Padilha, foi o vencedor do Urso de Ouro de Melhor Filme em Berlim. O Urso de Prata ficou com o documentário sobre tortura em Abu Ghraib, chamado “Standard Operating Procedure”, do norte-americano Errol Morris.
“É difícil expressar sentimentos em qualquer língua. Costa-Gavras é um herói para todos na América Latina, por todos os filmes que fez”, disse o diretor brasileiro ao receber o prêmio das mãos do presidente do júri, o diretor franco-grego Constantin Costa-Gavras.
Apesar da recepção que teve na mídia internacional – a produção brasileira “Tropa de Elite” que chegou a ser chamada de "fascista pelos americanos", desbancou os favoritos “Sangue Negro”, de Paul Thomas Anderson, e pasmem até uma comédia a de “Happy-Go-Lucky”, de Mike Leigh. Na coletiva de imprensa após a entrega do prêmio, José Padilha afirmou que o Urso de Ouro era uma vitória do estilo brasileiro de filmar.
Um dia antes, na sexta-feira (15), o diretor havia respondido as criticas internacional dizendo que, independente de se gostar ou não de “Tropa de Elite”, o importante é o debate que o filme teria causado.
Concordo com o debate, ele sempre expõe as viceras de uma questão polemica, força a opinião pública a repensar e discutir entre si (mesmo que informalmente). Ocorre que neste caso - e me corrijam quem assistiu ao filme, se estiver errado - estamos diante da mais cruel apologia a uma instituição falida e suas praticas covarde e violenta contra seus instituidores " o povo"..
Se não fosse trágico seria cômico.. a violência venceu a comédia.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tricolor que história de sucesso!!!

Não tem jeito: cair de 4 para o Fluminense em Campeonatos Estaduais é definitivamente o destino do mengão.
Entra ano, sai ano, o time rubro-negro teima em ser goleado pelo algoz tricolor.
Como atenuante, o fato deste Fla-Flu não ter causado a eliminação do time da Gávea, já que, neste século XXI, à exceção de 2006, todas as vezes em que o Flamengo não conquistou esta competição, foi eliminado com goleadas de 4 para o Fluminense.
Em 2002, quando tentava igualar o Flu na conquista de um tetracampeonato, foi impiedosamente massacrado no octogonal final (4 a 1), dando adeus ao título inédito de maneira melancólica.
No ano seguinte, na segunda partida da semifinal da competição, novo chocolate: 4 a 0, confronto em que o técnico Renato Gaúcho teve que pedir para o time parar de dar olé, para deleite da torcida.
Ainda neste jogo, o então goleiro rubro-negro Júlio César, desesperado com o vexame, largou a sua meta e tentou iniciar sozinho uma jogada de ataque.
Em 2005, Fluminense e Flamengo se enfrentaram na decisão do título da Taça Rio. Quem vencesse disputaria com o Volta Redonda, campeão da Taça Guanabara, a finalíssima do Campeonato Estadual.
E o que se viu foi um passeio tricolor no Maracanã, que chegou facilmente aos 4 a 0, com direito a gol de cobertura de Preto Casagrande.
Nos acréscimos, Zinho, que se despediria do clube em caso de derrota, marcou o de honra. Entramos em 2008 e logo no primeiro dos nove possíveis Fla-Flus da temporada, o Rubro-Negro repete a dose que já vem se tornando costumeira.
O fato do jogo de domingo ter sido o de número 2 mil do Flamengo em Estaduais foi apenas a cereja do bolo tricolor, servido com chope aguado ao adversário.E não é só: num rápido balanço dos últimos 13 Fla-Flus, o que vemos é um massacre tricolor no Clássico das Multidões.
São apenas duas derrotas contra sete vitórias do Fluminense no duelo.
Houve ainda quatro empates. Avassalador! (do blog do torcedor - "terno e gravatinha")

Mais gostoso do ter um TRi-O de ouro no ataque e TRI-AGO Neves no meio campo só sendo TRI-COLOR (rs.rs.rs)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Dos encontros (e desencontros) Sociais

Confesso que acabei me rendendo a curiosidade e fui mais uma vez ontem 05/02/08 ao "sambódromo". Ver as "escolas de samba do 1º grupo" era minha curiosidade. Com minha família e alguns amigos para lá me encaminhei.
Como bom uberabense que sou, sei perfeitamente bem a carência que nossa população tem de “uma boa diversão”.
Se antigamente uma parte da população tinha os clubes como forma de entretenimento, hoje sobra dois ou três deles, que pouco incentivam o carnaval e os barzinhos como forma de “encontro social”.
Atualmente o uberabense ou sai para se divertir em cidades da região ou fica preso em frente a TV.
Mas é nesta época de carnaval, que esta histórica falta de entretenimento popular mais é sentida.
Transformar toda adversidade inclusive aquela imposta pelo poder publico numa organização e apresentação de “escolas de samba” é ato heróico posto em pratica por uns poucos amantes desta cultura popular.
Muito me impressionou a determinação destes poucos abnegados que contra a falta de recursos "ousam" fazer seu povo alegre e feliz.
Por outro lado fiquei estarrecido com o que presenciei no “centro park” ao contrario dos nosso administrador municipal que do "alto de seu camarote" adorou tudo..
Ofuscado pela altura sua visão não percebeu quanta gente bêbada, drogada, local sem a menor infra-estrutura, banheiros(?) imundos, lama por todos os lados, som péssimo, narradores/animadores horríveis, comerciantes gananciosos vendendo bebida alcoólica a menores (e de forma escancarada), na presença inclusive de policiais, e muita, mas muita propaganda política, inclusive dentro das letras dos samba, o que é de gosto no mínimo duvidoso.
Louvável o transporte “gratuito” e o estacionamento “pago”.
É inadmissível que tantos desmandos, tantas desestrutura seja apaludida e patrocinada com nossos recursos, quando se sabe vivemos em uma cidade com tantos problemas estruturais graves.
É evidente que o povo realmente precisa de "circo" para viver, mas desde que este “aparelho circense” una a coerência de um baixo custo com bom gosto.
Algo como foi feito na passagem de ano, uma festa linda e que uniu a nossa carente população num belíssimo ato de confraternização social.

Triste fim do UTC II

O Uberaba Tênis Clube sofreu nesta segunda feira 04/02/08, mais um duro golpe em sua já desgastada estrutura, foi mais uma vez pilhado, desta vez por "amigos do alheio", que se aproveitaram da situação, arrombaram o clube e de lá saquearam diversos objetos.
Tomara que com toda esta desestrutura apareça também os saque e pilhagem das "diretorias" passada, que são responsáveis pela grave crise pela qual passa "o mais querido"

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O Triste fim do Uberaba Tênis Club

É com grande tristeza que vejo estampado nas paginas do "Jornal de Uberaba"(03/02) o decreto de desapropriação do "Mais querido” assinado pelo Sr. Prefeito, segundo o matutino na sexta feira ultima 31/01/2008. Os anos de desmando de "medíocres diretórias" acabam assim de forma dolorosa. O anuncio não poderia ser em ora mais desapropriada, ou seja, as vésperas do carnaval, uma das épocas do ano em que o clube mais brilhava, com grandes bailes, animado pela saudosa banda do Leopoldo.. Quanta saudade..

O Grande equivoco politico

Já dizia o grande Imperador romano a séculos e séculos atrás que, “para se ter o povo ao seu lado” bastava que lhe dessem "vinho, pão e circo".
Séculos depois este simplório mortal lhes diz: Os Imperadores do século XXI que por se sentirem como tal, menosprezar a velha máxima dita por seus colegas antepassados, e tirarem de seu povo um daqueles pilares, verá ruir seu império como castelo de areia.
Na contramão da modernidade, o grande imperador (digo administrador) local, resolve de comum acordo com meia dúzia daqueles de sua corte, construir um Circo (digo sambódromo) para seu povo, mas ao contrário de seus colegas de outras plagas que construíram suas praças no centro de suas cidades, (vide RJ e SP, BA), o soberano daqui, achou um “buraco” num canto da cidade e resolveu erguer (digo construir) ali, naquele local ermo a tenda para divertir seu povo.
São Meia noite de sábado da maior festa popular do mundo, o nosso carnaval. Acabo de retornar de uma visita ao que considero o maior equivoco político que um imperador (digo administrador) pôde cometer.
Minha indignação é grande, vi naquele local chamado sambódromo ou centro park, ou sei lá como chamam aquilo, muitos conterrâneos indignados como eu, revoltados com a maior demonstração de falta de respeito de um imperador (digo administrador) para com seu povo.
É lamentável a falta de sensibilidade humana e política.
O sofrido povo de Uberaba, que de a muito se encontra privado por razões alheias a sua vontade do "pão e do vinho", ficou mais uma vez sem seu "circo".
Se a voz do povo (que dizem ser a voz dos deuses) não estiver equivocada, em breve, junto com uma grande empáfia, ruirá um império, o que é lamentável, pois tinha tudo para ser um dos mais sólidos da história.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A Praça já é do Povo















Totalmente remodelada, com bancos, piso, bancas de jornais e revistas todos novinhos em folha, além de uma inovador corrimão "educativo", que não só impede o pedestre de atravessar em local impróprio, como o protege do trafego de veiculo, foi "entregue" ontem 31/01/2008 ao publico a novissima praça dos correios. . a curiosidade fica por conta da falta de "solenidade para entrega do local" sempre presente nestas ocasiões. Eram 11:00 hs quando os operários começaram a tirar os tapumes que circundavam a praça, e o povo ansioso para "estrear" o novo espaço foi logo tomando conta do local.. sem nenhuma cerimônia..

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Uma Cidade "Emburacada"

A charge (Toninho) publicada na primeira pagina do Jornal de Uberaba, espelha bem a situação das ruas de nossa cidade. (socorro!!!)

Industria da Multa

De a muito, não só em Uberaba como no Brasil Inteiro funciona a chamada "industria da multa". Ela funciona sorrateiramente instalando-se um radar fotográfico (que aqui em Uberaba apelidaram de pardal, mas que melhor seria chamá-los ratazanas pois são cinzentas, quadradas e gordas) de preferência em local de visibilidade difícil e escondida entre arvores, e então... e só aguardar os "dividendos".
Lendo ontem o "Jornal da Manhã" vi uma denuncia a cerca do assunto que me chamou a atenção. O vereador Itamar Ribeiro (Dem) denunciou (e com razão) a existência de uma destas malditas "ratazanas de poste".
O equipamento "captador de dividendos", estaria verdadeiramente camuflado na avenida Neném Sabino, próximo a Codau.
Qual não foi minha surpresa quando hoje (31/01) vendo as paginas do mesmo informativo, deparei com o senhor subsecretário da secretaria de nome pomposo "transito, transportes Especiais, e Proteção de Bens e Serviços" desafiando o parlamentar a provar o que a todos é notório.
Ocorre que o dito subsecretário, ou está mal informado, ou acha que o a parcela da população que tem veiculo é idiota.
Se esta mesma autoridade desse uma voltinha pelas principais avenidas da cidade onde as malditas estão instaladas, veria que como bem denuncia o vereador e comprova a reportagem, as ratazanas estão mal (ou melhor Bem) instaladas, camufladas por arvores, espreitando que das sombras que as escondem surja os melhores dividendos. é de se ficar indignado ...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Chuva de Quinta Feira


Tarde de quinta feira 24/01/2008, derrepente tudo escureceu. . . em pouco tempo ...olha como ficou a praça dos correios..






Filmes Classicos

O antigo cine Vera Cruz, agora com a cara de "Teatro Municipal" tem apresentado belos filmes neste mês de ferias .. fale-me sobre aqueles que vc assistiu.